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Carlos Barão

Lisboa, 1964.  
Estudou história da arte, design de comunicação e psicologia na Universidade de Lisboa  e no Instituto Superior de Psicologia Aplicada.

 

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

2015 Edifício Banco de Portugal / C.M.Leiria

2014 Galeria Valbom. Lisboa Museu Municipal de Coimbra. Edifício Chiado

2013 Galeria Miva, Malmö, Suécia

2012 Galeria Sete. Coimbra

2011 Galeria Valbom. Lisboa Galeria Sete. Coimbra. Galeria Pedro Serrenho, Lisboa. Galeria Vale do Lobo. Vale do Lobo

2010 Galeria Espaço Tranquilidade. Lisboa

2009 Covers and Narratives, Centro Cultural de S. Lourenço. Almancil. Galeria Pedro Serrenho. Lisboa 2008 Academia Siemens. Lisboa

2007 Banco de Portugal / Câmara Municipal de Leiria. Leiria. Centro Cultural de S. Lourenço. Almancil. Galeria Pedro Serrenho. Lisboa

2006 Exposição Retrospectiva, Academia Siemens. Lisboa Galeria Pedro Serrenho. Lisboa

2005 Centro Cultural de S.Lourenço. Almancil Paços do Castelo de Leiria. Leiria

2004 Museu de Arte Contemporânea Reykjanes. Islândia. Galeria Vale do Lobo. Vale do Lobo. Galeria Pedro Serrenho. Lisboa

2003 Banco de Portugal / Câmara Municipal de Leiria. Leiria. Galeria Contemporarte. Leiria. Inauguração/Estádio Magalhães Pessoa. Leiria (Obra Pública)

2002 Centro Cultural de Grindavik. Islândia. Galeria Pedro Serrenho. Lisboa.

 

EXPOSIÇÕES COLETIVAS 

2016 Centro Cultural la Despenada. Villanueva de la Cãnada. Madrid. Espanha Câmara Municipal da Corunha. Sala de Exposições. Corunha. Espanha Galeria Amostra. Maia Arte Fórum. Maia 2015 Galeria Valbom. Lisboa "L´image du Sud". Centro de Negócios de Perpignan. Perpignan. França 2012 Galeria Valbom. Lisboa Galeria Pedro Serrenho. Lisboa 2011 Arte Lisboa 2011. Galeria Valbom. Lisboa Centro Cultural de S.Lourenço. Almancil Galeria Valbom. Lisboa 2010 Arte Lisboa 2010, Galeria Valbom e Galeria Pedro Serrenho. Lisboa Museu de Arte Contemporânea de Angra de Heroísmo Galeria Valbom. Lisboa Centro Cultural de S. Lourenço. Almancil 2009 Arte Lisboa 2009. Galeria Pedro Serrenho. Lisboa Galeria Pedro Serrenho. Lisboa Centro Cultural de S. Lourenço. Almancil 2008 Arte Lisboa 2008. Galeria Pedro Serrenho. Lisboa «Générations sans  Frontière»,  Galeria Olympe. Perpignan. França Galeria Pedro Serrenho. Lisboa Centro Cultural de S. Lourenço. Almancil 2007 Arte Lisboa 2007. Galeria Pedro Serrenho. Lisboa Centro de Negócios de Perpignan. Perpignan. França Centro Cultural de S. Lourenço. Almancil Galeria Pedro Serrenho. Lisboa 2006 Arte Lisboa 2006. Galeria Pedro Serrenho. Lisboa Museu da Cidade de Coimbra. Coimbra Galeria Pedro Serrenho. Lisboa Centro Cultural S. Lourenço. Almancil 2005 Arte Lisboa 2005. Galeria Pedro Serrenho. Lisboa International Art Symposium. Dubai. Emirados Árabes Unidos Galeria Pedro Serrenho. Lisboa 2004 Arte Lisboa 2004. Galeria Pedro Serrenho. Lisboa Galeria La Factoria Perro Verde. Madrid. Espanha Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz Galeria Pedro Serrenho. Lisboa 2003 Clube  Financeiro de Vigo. Espanha Spacio Laboratorio del Liceo Artístico. Milão. Itália Galeria Contemporarte. Leiria Galeria Pedro Serrenho. Lisboa 2002 Centro Cultural de Rozzano. Milão. Itália Celeiro da Cultura. Câmara Municipal de Borba 2001 Galeria Pedro Serrenho. Lisboa 2000 Galeria Jean Pierre Masset. Paris. França Fundação Glóvis Salgado. Belo Horizonte. Brasil Palácio das Artes de Belo Horizonte. Brasil Galeria Manuel Macedo. Belo Horizonte. Brasil Galeria de San Ildefonso – La Granja. Segóvia. Espanha.

 

C O L E C Ç Õ E S / M U S E U S / O B R A  P Ú B L I CA 

Banco Mais, Portugal; Banque Privée. Suíça .Burj Khalifa Building. Dubai. E.A.U. (Obra Pública) Câmara Municipal de Leiria (Obra Pública). Centro Cultural de Almancil. Portugal. Centro Cultural de Grindavik. Islândia  Clube Financeiro de Vigo. Espanha. Companhia de Seguros Tranquilidade. Portugal. Emmar Internacional. Dubai. Emirados Árabes Unidos. Fundação Champalimaud. Portugal. Governo Civil de Leiria. Portugal (Obra Pública). Grupo Siemens. Portugal. Município de Keflavik. Islândia (Obra Pública) Museu de Arte Contemporânea Keflavik. Islândia. Museu Municipal de Coimbra. Portugal. Presidência da República da Islândia. Vencedor do Segundo Prémio de Pintura  "Dubai Internacional Art Symposium " 2005 (Júri Internacional)

 

Bibliografia: Catálogo da Exposição, "Paisagem. O Elogio da Solidão" Galeria Valbom. 2014.

"Um pintor é um homem de laboratório,"Entrevista "Jornal de Leiria", Elisabete Cruz (texto), Ricardo Graça (fotos) 10 Abril 2014 - pag.8 e 9 "Carlos Barão. Pintura"
Preguiça Magazine. Texto de Carla Alexandra Gonçalves. Abril de 2014. "Carlos Barão - O Parentesco das Coisas" Rocha de Sousa In "Jornal de Letras". 29 de Junho 2011, pag. 26. “Carlos Barão - Escritas Remotas”. Rocha de Sousa in "Jornal de Letras". 22 de Abril 2009, pág. 28 . Catálogo da Exposição, “Modo Narrativo”, Galeria Pedro Serrenho. 2009 Catálogo da Exposição, Galeria Olympe. França. 2008 Catálogo da Exposição, “Projectos” Galeria Pedro Serrenho. 2007 Livro “Carlos Barão - Pintura”Banco de Portugal/Departamento da Cultura da C.M. Leiria. 2007 Entrevista Antena2/R.T.P. Programa "Molduras".  Agosto 2007 Livro "25º Aniversário C.C.S.L., "Na Cozinha dos Artistas", Centro Cultural de S.Lourenço, 2007. Catálogo da Exposição , “Biografia de Cão”,Galeria Pedro Serrenho. Texto de José Manuel Ciria. 2006 Catálogo da Exposição, “Biografia de Cão” Galeria Pedro Serrenho. Texto de José Manuel Ciria. 2006 Livro “Estádio” Pintura e Fotografia. 2005 Catálogo da Exposição, “Patchwork” Centro Cultural de S. Lourenço. 2005 Catálogo da Exposição “Patchwork” Centro Cultural de S. Lourenço. 2005 Catálogo da Exposição Reykjanes Art Museum. Texto de Margarida Salet.Islândia. 2004 Catálogo da Exposição “Dinâmicas a Partir do Inevitável” Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz. Texto de Augusto Carvacho. 2004 Catálogo da Exposição, “P.K. 630,7: Madrid-Lisboa” Galeria Factoria Perro Verde/Galeria Pedro Serrenho. Textos de Augusto Carvacho e Marta de Catalina Blasco. 2004 Catálogo da Exposição “Inventário de Dias Felizes” .Galeria Pedro Serrenho. Texto de Gil Maia. 2004 Catálogo da Exposição "Andamento".Inauguração da Galeria Contemporarte. Leiria. 2010 Catálogo da Exposição 
“Encontros em Vigo” Clube Financeiro de Vigo. 2003 Catálogo da Exposição “Quase Tudo Sobre Rodas” Galeria Pedro Serrenho.  Texto de Constança Metello de Seixas. 2002 
Livro "Europa: identitá e linguaggio a confronto "Edição Comissão Europeia, Programa Cultura 2000. 2002 Catálogo da Exposição Inauguração da Galeria Pedro Serrenho Lisboa. 2001 Livro “Leiria / Belo-Horizonte. Um Encontro de Culturas” Textos de Mário Soares, José Aparecido de Oliveira, Carlos André, Ângelo Oswaldo Santos, Isabel Damasceno. Galeria 57. 2000

De forma consistente, Carlos Barao tem feito do seu trabalho uma contínua reflexão sobre o papel do inconsciente como fonte de expressão artística. É claro que a este facto não será estranha a sua formação em História da Arte e Psicologia mas, como ele próprio refere, o seu percurso escolar e académico ajudou-o apenas a colocar os problemas em perspectiva, tendo sido muito mais interessante e enriquecedor deparar-se com questões inesperadas – “as questões que nascem quando lutamos numa tela, dia-a-dia, em busca de respostas”. E assim, num jogo de continuidades, as obras surgem, apoiadas umas nas outras, revelando o pensamento de quem as produz. Mas não só, já que cada quadro é, também e assumidamente, um convite para que o observador se envolva na identificação das formas e dos conteúdos que são o reflexo da sua própria vida interior.

Quanto ao processo de trabalho, o autor procura abordar a tela sem ideias preconcebidas, povoando-a de manchas que, gradualmente, constroem entre si um jogo de aparentes e atraentes acasos. Passo a passo, são sugeridas relações formais e cromáticas que, mais cedo ou mais tarde, nos surgem como estranhamente familiares. Os elementos figurativos, a existirem, são geralmente subtis. Os títulos, mais do que esclarecer, parecem querer lançar pistas para um “início de conversa”. O terreno para a projecção está montado.

Carlos Barao possui uma já vasta obra, mas insiste que cada quadro é como um parágrafo num longo e interminável texto reflexivo. A este respeito o autor chega a afirmar que, se um quadro se assumir como demasiado importante, maior será a nuvem que o encobre e mais difícil será encontrar o caminho a que nos quer conduzir. 


Júlio Machado Vaz

Carlos Barão has, in a consistent manner, based his work on the continuous reflexion of the unconscious which characterises his artistic expression. This, one could say, is due to his academic studies in History of Art and Psychology but, as he himself prefers to see it, hisstudies have only helped him to place the problems in perspective, as it is a lot more interesting and enriching to find yourself with unexpected questions - “the questions that arise when we struggle over a painting on a day to day basis, in search of answers”.

 

It resembles a continuous activity, as the work of art appears/takesshape, with blots and colours interacting, revealing the thoughts of the artist. However, it is not only the thoughts of the artist that counts, says CB, as every painting also extends an invitation for the observer to get involved in identifying and interpreting the forms and contents which, according to the artist, are the reflexion of the spectators own inner life.

 

CB tries to approach the canvas without any preconceived ideas, filling them with blots that gradually build up to obvious and engaging happenings. Step by step, formal and chromatic relations are suggested that sooner or later will appear to the viewer asstrangely familiar. The figurative elements, when included, are generally subtle. The titles, instead of explaining, try to send out a clue “to get a discussion going”.

 

CB already has an extensive body of work but insists that each painting is like a paragraph in a long and infinite reflexive text. In this respect, the artist confirms that if a painting takes on a too large importance, the greater is the cloud covering it and the harder it will be to find the path, where it wants to lead us to.